Alta Floresta, 21 de Marco de 2019
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Postada em 20 de Fevereiro de 2019 às 10h07min
Governo se organiza para acabar com fama de mau pagador
O processo já está na Controladoria Geral do Estado
Gazeta Digital
Otmar de Oliveira

O Estado de Mato Grosso quer de fato colocar em prática medidas que visam reduzir o custo na compra, por meio de licitações e pregões, de insumos utilizados pela máquina pública. A ação tem o foco de reequilibrar as contas do governo e acabar com a imagem de mau pagador.

A Secretaria de Planejamento e Gestão, por exemplo, está se organizando para dar mais dinamicidade e cumprir o decreto Nº 840/2017 que trata da centralização de compra de materiais de uso comum a todos os órgãos. Essa situação, de acordo com o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, evitaria desperdício e compras desnecessárias.

Além disso, ressalta que a Sefaz está agilizando um modelo centralizado para a compra de materiais, com a definição de um preço médio obtido com o cruzamento de notas fiscais. “Com o cruzamento dessas informações iremos obter um preço justo a ser pago pelo produto que precisamos adquirir”, explica o secretário.

 

Segundo ele, o Estado tem atrasado o pagamento dos fornecedores e isso pode provocar a elevação dos preços dos produtos nas compra de materiais. “O setor publico é um péssimo comprador”, diz Gallo.

 

A medida ganhou ênfase após a descoberta de que o Estado iria adquirir colheres de plástico, para o uso nas merendas escolares, com o preço superfaturado. A empresa vencedora, única a participar do pregão, definiu o preço a R$ 6 a unidade. Na internet o mesmo produto pode ser adquirido a R$ 1,50 cada. 

 

O processo já está na Controladoria Geral do Estado. O secretário-adjunto de Controle Preventivo, José Alves Pereira Filho, afirmou que o um processo já foi instaurado para averiguar a responsabilidade dos agentes envolvidos no pregão.

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